terça-feira, 7 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA – IRECÊ-BA
CICLO: DOIS
ATIVIDADE: PRODUÇÃO DE IMAGEM
PROFESSOR: MARIA HELENA BONILLA
PROFESSORAS CURSISTAS: MARCÉLIA CLAÚDIA BATISTA MATOS,
JOSIELMA SILVA PIRES
MARIA JANETE SOUSA OLIVEIRA
ROTEIRO
TEMA :Manifestação cultural
CENA:
Fantoches narrando:
ARISTON: - Olha só persoá onde tudo cumeçô.
Colocar fotos estáticas - fotos antigas do festejo junino da escola anterior (Elite).
(imagem)
fotos antigas da escola Nossa Infância
2ªCENA:
Abertura do São João com as falas dos fantoches:
ARISTON: - Olá persoá, eu sou Ariston e essa é Rita e nois vai mostrá pra ocês que gente pequena tabem fais curtura.
ARISTON: - Já vai começar o arraiá da Escola Municipal Nossa Infância.
RITA: - Aqui ocê vai encrontrá bibidas, cumidas, danças e muito forró.
(imagem)
Flash com cenas das barracas
RITA: Vem divertir ocê tabem.
3ª CENA:
Fantoche fazendo a narração da primeira apresentação (Casamento na Roça):
ARISTON: - Olá persoá, vai começá o Casório na Roça.Tá chegando o padi e a noiva e cadê o danado do noivo?
4ª CENA:
As crianças fazendo o Casamento:
RITA: - Segura ai o noivo persoá, se não ele vai fugi.
(imagem)
padre celebrando o casamento
ARISTON: -E agora que terminô o casamento,vamu todos prá festa assistir as apresetaçãu da criançada pessoá
5ª CENA:
ARISTON: - E agora cum ocê a grande roda cum ciranda cirandinha
(imagem)
roda com a apresentação de ciranda cirandinha
RITA: - Tá bunito demais pessoá, veja a dança de capelinha de melão
(imagem)
coreografia da música capelinha de melão
6ª CENA:
ARISTON: - arrasta o pé pessoá, a festa tá ficando boa
RITA: - Lá vem o abano
(imagem)
cenas da dança do abano
7ª CENA:
Dança da peneira:
ARISTON: - Vamu penerar persoá
(imagem)
cenas da dança da peneira
8ª CENA:
Quadrilha:
ARISTON: - Cada um pega seu par e vamu cumeçar nossa quadrilha.
(imagem)
RITA: - Olha a cobra. Cenas das crianças dançando quadrilha
RITA: - Olha a chuva.
RITA: - Camim da roça.
RITA: - Olha que bunita a grandi roda.
9ª CENA:
ARISTON: - agora vamu curtir nosso forró.
(imagem)
imagens de crianças dançando e fazendo a despedida
Ficha Técnica:
DIREÇÃO – Josielma Silva Pires, Maria Janete Sousa Oliveira, Marcélia Claúdia B. Matos.
ROTEIRO- Josielma Silva Pires, Maria Janete Sousa Oliveira, Marcélia Claúdia B. Matos.
FILMAGEM – Josielma Silva Pires, Maria Janete Sousa Oliveira, Marcélia Claúdia B. Matos.
FOTOGRAFIA – Escola Nossa Infância (Arquivo).
PRODUÇÃO – Josielma Silva Pires, Maria Janete Sousa Oliveira, Marcélia Claúdia Matos, as crianças, professores, músicas e pais de alunos.
EDIÇÃO – Josielma Silva Pires, Maria Janete Sousa Oliveira, Marcélia Claúdia Matos.
FIGURINO – Trajes caipira próprio.
NARRAÇÃO – José Vinicius e Reasilva Mila
CENÁRIO – Escola Municipal Nossa Infância
Espaço UFBA- Ponto de Cultura
TRILHA SONORA – Cantigas de roda (capelinha de melão, ciranda cirandinha,dança do abano, dança da peneira);
Marcha nupcial.
Professores orientadores:
Maria Helena Bonilla
Rita Cássia Dourado Antunes
Ariston Eduão Pereira
Apoio:
Ponto de Cultura Ciberparque Anísio Teixeira Irecê-BA.
Escola Municipal Nossa Infância
Prefeitura Municipal de Irecê
Agradecimentos:
Professores e comunidade
Uitamar Silva
Filme produzido por alunos do curso de Licenciatura em Pedagogia – Séries Iniciais/Ensino Fundamental
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO /PROJETO IRECÊ

Gravado e editado em Software Livre
Licenciado em Creative Commons
Jun/2009
Computação, Matemática e Alfabetização
COMPUTAÇÂO
Diante da proposta apresentada pelo curso de Pedagogia da UFBA a atividade de tecnologia tem por objetivo inserir seus alunos no mundo tecnológico, esta proposta tem sido desenvolvida com o intuito de nos aproximar e alfabetizar digitalmente. Ela tem nos favorecido na nossa formação em serviço, que vem provocando mudanças em nós cursistas, diante das atividades oferecidas pelo curso principalmente quando socializamos comentários nos ambientes de rede como: moodle, blog, na lista de e-mail e chat.
Está tendo uma interligação entre a atividade de tecnologia com as demais atividades visto que, utilizamos a mesma para divulgação, comentários e discussões das outras áreas do curso.
Com o estudo destas tecnologias estamos ampliando novos conhecimentos com diversas possibilidades oferecidas por alguns programas como: o gimp e o cinerella, que produz e transforma em algumas estéticas e em movimento. Também houve a disponibilidade de alguns textos para nos orientar para uma melhor compreensão sobre tudo nos diz respeito à inclusão digital.
A comunicação virtual esta presente a todo o momento, promovendo as múltiplas linguagens. Na primeira turma de pedagogia houve a proposta de criar alguns tele centros, em alguns locais: nos povoados de Itapicuru, Meia Hora e na sede no Colégio Odete com o intuito de contribuir para inclusão digital das comunidades.
A pedagogia do acontecer não apareceu de forma satisfatória, visto que não levado em conta o tempo que cada um tem para aprender, e com isso houve avaliações que não respeitou o tempo de maturação de alguns cursistas.
A globalização é sustentada pela informática e está em todas as classes. Percebemos a presença da cultura local e global quando comunicamos com outras localidades, ou até mesmo por todo o mundo.
MATEMÁTICA
Diante da necessidade e dificuldades em se trabalhar a matemática em sala de aula de forma dinâmica e prazerosa, esta atividade com o professor Iron Alves Pedreira veio com o intuito de promover as múltiplas linguagens na produção no conhecimento matemático, trazendo inovações e possibilidades que veio a contribuir para a pedagogia do acontecer, refletindo em nossa prática pedagógica, sobre tudo na importância de se trabalhar no coletivo.
Nesta atividade houve horizontalidade que nos permite dar um novo olhar ao ensino de matemática.
ALFABETIZAÇÂO
Através da atividade de alfabetização passamos a compreender o verdadeiro sentido de alfabetizar, tendo como base a aquisição da leitura e da escrita, promovendo a pedagogia do acontecer, partindo para um trabalho coletivo promovendo as múltiplas linguagens e horizontalidade e visto que é um trabalho continuo na nossa prática pedagógica.
Esta atividade promoveu a inclusão de novas propostas através de agrupamentos dando ênfase ao processo natural da alfabetização.
Diante das novas propostas defendidas pela teórica Emilia Ferreiro e Ana Teberoshy foi que deu a oportunidade de fazer acontecer a democracia da diferença, partindo para a inovação de novas possibilidades do ensino para que aconteça um ensino de melhor qualidade.
Educação Ambiental
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA / IRECÊ / UFBA
CICLO DOIS 2009
ATIVIDADE – EDUCAÇÃO AMBIENTAL
PROFESSOR – MARCELO FARIA
CURSISTAS – CONSUELIA PEREIRA,
MARICÉLIA ALECRIM,
MARCÉLIA CLAUDIA B. MATOS,
JOSIELMA SILVA PIRES,
OZENITA PEREIRA DE OLIVEIRA,
CLAUDIA NEIDE SANTOS
- INTRODUÇÃO:
Pensando nos problemas ambientais do município de Irecê, selecionamos os que consideramos mais graves, que foram:
Águas;
Lixo;
Dengue;
Empresa de Mineração.
Citamos também algumas soluções viáveis para contribuir com a preservação do meio ambiente e do bem estar comum.

terça-feira, 30 de junho de 2009
Educação e Matemática
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA – IRECÊ-BA
CICLO: 02
ATIVIDADE: EDUCAÇÃO E MATEMÁTICA
PROFESSOR: IRON PEDREIRA
PROFESSORA CURSISTA: MARCELIA CLAUDIA BATISTA MATOS
PLANEJAMENTO DA AULA DE MATEMÁTICA
Escola - Municipal Nossa Infância
Professora – Josielma Pires
Série – Educação Infantil – Grupo – 5B
Duração – 40 minutos
Tema Central – Jogo do TA-TE-TI
Objetivos:
* Proporcionar as crianças experiências com o universo matemático e outros que lhe permitem fazer descobertas, tecer relações, organizar o pensamento lógico;
* Reconhecer e valorizar suas hipóteses no processo utilizado e no resultado encontrado.
Atividade; - Jogo do TA- TE- Ti
Conteúdo – Geometria
Consigna:
Regras:
De inicio explicarei o jogo do TA-TE-TI formarei duplas e a partir daí apresentarei as regras do jogo, onde cada jogador receberá três tampinhas com cores diferentes.
Ao iniciar o jogo propus que cotassem as peças do jogo e de quantas iríamos precisar para terminar a jogada. Assim cada jogada vai alternando as tampinhas até terminar o jogo. Ganha quem conseguir colocar as três tampinhas na horizontal, vertical e diagonal. Caso ninguém consegue colocar as tampinhas sobre as linhas, nós iríamos remover e começaremos outra partida do jogo até que um deles vença sem ter que pular as casa vazia.
Avaliação:
A avaliação será feita através do processo de atividade, da participação das duplas da criatividade de manusear as peças criando suas próprias estratégias.
Observando a capacidade de raciocínio lógico e identificação das formas geométricas que estão inseridos no tabuleiro.
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA – IRECÊ-BA
CICLO: 02
ATIVIDADE: EDUCAÇÃO E MATEMÁTICA
PROFESSOR: IRON PEDREIRA
PROFESSORA CURSISTA: MARCELIA CLAUDIA BATISTA MATOS
Relato da Aula do Jogo de TA-TE-TI


descobrir criar situações problemas ”
(JEAN PIAGET)
Ao iniciar a aula, percebi que todos os recursos utilizados em sala constituem em situações prováveis ao desenvolvimento do calculo, visto que o momento em que jogou as crianças ativou uma série de conhecimentos, sempre atentos a busca de resolução do jogo.
Algumas regras devem ser estabelecidas para que o jogo tenha desafios constantes que a criança descubra seu potencial, a fim de explorar conhecimentos referentes ao jogo onde possam expressar o que pensa.
A partir daí passei algumas informações necessária para que os alunos conseguissem dominar o pensamento, através das situações para que possam resolver os problemas por eles levantados.
De inicio fez algumas intervenções ao começar o jogo, usando situações de adição e subtração com as tampinhas. Proporcionando momentos em que possam refletir durante o jogo, frisei bem que o ganhador precisaria usar três tampinhas de cores iguais para ganhar o jogo na posição horizontal, vertical ou diagonal.
Durante todo processo do jogo houve momentos de muitas intervenções pois algumas crianças não tinha maturidade para refletir e analisar o momento do jogo e outros muitos despeço como a proposta do jogo, daí então passei a dar um acompanhamento maior aqueles que no momento estava com dificuldades de espaço, procurei extinga até conseguir um vencedor neste grupo, muitos dificuldades encontrei durante a atividade. Alguns alunos às vezes não conseguiam colocar as tampinhas na posição, então foi que eu posso fazer reflexões em cima de cada um observando seu desempenho e intervindo durante as partidas e com isso, provocará no aluno uma analise mais precisa dos seus erros.
Baseando nesta atividade pude tornar atraente a atividade, fazendo com que as crianças expiram seu raciocínio sobre os temas, começando com que as crianças já conhecem. Mantemos em mente a idéia de PIAGET de que as crianças interagem com o objeto de conhecimento e o transforma.
O professor construtivista começa com aquilo que as crianças já conhecem, respeita o erro e ensina de acordo com a natureza do conhecimento envolvido, essas crianças ordenam, categoriza, reformula, confirma, forma hipótese e reorganiza seu conhecimento.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Oficina de imagem
terça-feira, 28 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Oficina de imagem
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Oficina de imagem
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Oficina de imagem
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Oficina de imagem aula 3
quarta-feira, 15 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
O debate qualidade/quantidade na educação brasileira
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA / IRECÊ / UFBA
CICLO UM 2008
ATIVIDADE 2125 – LEGISLAÇÃO E EDUCAÇÃO BRASILEIRA
PROFESSORAS; ROSELI SÁ E PAULA MOREIRA
CURSITAS: MARCELIA MATOS E GILVANEIDE CARVALHO
O DEBATE QUALIDADE/QUANTIDADE NA EDUCAÇÃO BRSILEIRA
No século XIX ainda não há propriamente o que poderia ser chamado de uma pedagogia brasileira. No entanto, alguns intelectuais, influenciados pelas idéias européias tentam imprimir novos rumos à educação, ora apresentando projetos de lei, ora criando escolas, em busca de uma educação de qualidade e quantidade, através dos movimentos na transição do Império para República, todo o movimento revelava preocupação em um ensino de caráter quantitativo.
A expansão da educação no Brasil tem ocorrido de forma crescente nas ultimas décadas, vivendo um movimento de urbanização com participação da mulher no mercado de trabalho e as mudanças na organização e estruturas das famílias, conscientizando a sociedade da importância das experiências na primeira infância, o que motiva demandas por uma educação institucional para crianças de alfabetização.
Os divulgadores do otimismo pedagógico buscavam uma democracia de transformação social por meio da escola, propondo a renovação das técnicas e a exigência da escola única, obrigatória e gratuita. Nesta luta pela educação que surgiu nos anos 20, o otimismo só conseguiu o seu apogeu nos anos 30 do século XX.
Através dos liberais surgem novos debates políticos, onde eram desejadas mudanças qualitativa e quantitativa com o objetivo de alcançar uma sociedade igualitária e sem privilégio. Os liberais desejavam mudanças, mas os católicos integralistas desaprovavam alterações modernizantes e democrática nas escolas pública.
Ao combater a escola elitista e acadêmica tradicional, que se acha sobre o monopólio da igreja, e ao defender a laicidade e a co-educação, os escolanovistas acirram os ânimos e a reação dos católicos conservadores, para os quais apenas a educação baseada em princípios cristãos seria verdadeira.
Em 1932 foi publicado um Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, encabeçado por Fernando de Azevedo e assinado por vinte e seis educadores. O documento defende a educação obrigatória pública, gratuita e leiga como um dever do Estado a ser implantado em programa de âmbito nacional, critica o sistema dual, que destina uma escola para o rico e outra para os pobres, reivindicando a escola básica única.
Esse manifesto é muito importante na história da pedagogia brasileira, porque representa a tomada de consciência da defasagem entre a educação e as exigências do desenvolvimento. Apesar dos assuntos sobre educação merecerem uma atenção incomparavelmente maior sobre tudo, com os debates instigados pela escolanovista, nem todas as reformas se concretizam, persiste o dualismo escolar e o descuido com o ensino fundamental.
Com o golpe de 1964, que optou pelo aproveitamento do capital estrangeiro e liquida de vez o nacional desenvolvimento, vem o incentivo a profissionalização da escola media a fim de conter as aspirações do ensino superior.
Com a lei 5.692, de 11 de agosto de 1961 que ampliou a escolaridade mínima para oito anos, torna profissionalizante e obrigatório o ensino de segundo grau. A evolução quantitativa do primeiro grau – 100% na primeira fase do primeiro grau e 700% nas suas últimas series em apenas 10 anos. Não foi acompanhada de melhoria qualitativa a expansão da oferta de vagas nos diversos níveis de ensino, teve como conseqüência o comprometimento da qualidade dos serviços prestados em razão da crescente degradação das condições de exercício do magistério e da desvalorização do professor.
Referente à ditadura militar Azevedo comenta que a expansão das oportunidades nos 20 anos, foi feita através de um padrão perverso (1994, p. 461). Com a redução da jornada escolar deu-se ampliação das vagas, aumento de turno, multiplicação de classes mutisseriadas e unidocente pelo achatamento de salários dos professores, as condições precárias de oferecimento de ensino, levaram a baixa qualidade do processo com alto índice de reprovação. A escolaridade básica e a qualidade do ensino são necessárias.
A Lei de Diretrizes de Base põe ordem no mundo da educação nacional (LDB), sancionada em 20 de dezembro de 1996 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso com o número 9694 amplia a todos os níveis do sistema educacional. Contém disposições gerais, tendo prazo de 10 anos para algumas de suas disposições entrarem em vigor, há artigos que dependem de regulamentação.
A LDB deverá influir profundamente na educação brasileira sendo assim definidos os níveis de ensino: educação básica, educação infantil, ensino fundamental e o ensino médio e a educação superior, as responsabilidades dos diferentes níveis administrativos, União, Estados, Distrito Federal, Municipal, escola, professores caracterizam a educação profissional que deve integra-se as diferentes formas de educação inclusive a escola, especifica a educação de jovens e adultos e a educação especial; disciplina o uso dos recursos financeiros para educação.
Deixa-se claro a posição do município no contexto educacional, é agora parceiro da União e dos Estados no planejamento e execução de propostas capazes de garantir padrões de qualidade desejável na educação escolar.
Cabe destacar que o texto legal coloca o município na responsabilidade de desempenhar diferentes e fundamentais papeis no cenário da educação nacional.
Compete ao município através de suas estruturas próprias entre outras, integrar todos os estabelecimentos de ensino fundamental de seu território ao sistema nacional de avaliação e rendimento escolar, buscando verificar a qualidade de ensino oferecido, seus problemas e a validade das programações desenvolvidas.
O município devera ser co-responsável pela qualidade da educação escolar que o Poder Público coloca a disposição das comunidades.
Segundo a lei 9.394/96 são apontados como princípios a garantia do padrão de qualidade; padrões mínimos de qualidade de ensino definidos como a variedade e quantidade mínimas, por alunos de insumos indispensáveis do desenvolvimento do processo de ensino aprendizagem e o progresso quantitativo dos serviços de ensino verificados no biênio anterior.
A educação obteve grande s avanços ao longo da história educacional, mas não para por aqui, é preciso cobrar, investir e fazer acontecer à lei da LDB na prática e na integra, rumo a uma educação de sucesso, não basta só falar de qualidade é preciso refletir, mas na quantidade de alunos por turmas, pois está grande quantidade dificulta o acompanhamento individual, através da atenção e intervenções necessárias em cada caso especifico da criança.
Todos juntos somos forte, somos flechas, somos arco. Todos nós no mesmo barco não há nada a temer (C. Buarque, Enriquez, Bardotti). É com esse sentimento que acreditamos que juntos podemos muito, mas é muito mesmo, pois, a grande transformação educacional e social que desejamos depende não somente de grandes projetos como também do trabalho dedicado de cada um.
Bibliografia
RANAHA, Maria Lucia de A. história da educação. 2 ed. São Paulo: Moderna 1996
Nova Escola – maio 1997
Revista criança – setembro de 2005
Referencial curricular nacional para educação infantil vol. 1
LIBANEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização.
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA / IRECÊ / UFBA
CICLO UM 2008
ATIVIDADE 2125 – LEGISLAÇÃO E EDUCAÇÃO BRASILEIRA
PROFESSORAS; ROSELI SÁ E PAULA MOREIRA
CURSITAS: MARCELIA MATOS E GILVANEIDE CARVALHO
O DEBATE QUALIDADE/QUANTIDADE NA EDUCAÇÃO BRSILEIRA
No século XIX ainda não há propriamente o que poderia ser chamado de uma pedagogia brasileira. No entanto, alguns intelectuais, influenciados pelas idéias européias tentam imprimir novos rumos à educação, ora apresentando projetos de lei, ora criando escolas, em busca de uma educação de qualidade e quantidade, através dos movimentos na transição do Império para República, todo o movimento revelava preocupação em um ensino de caráter quantitativo.
A expansão da educação no Brasil tem ocorrido de forma crescente nas ultimas décadas, vivendo um movimento de urbanização com participação da mulher no mercado de trabalho e as mudanças na organização e estruturas das famílias, conscientizando a sociedade da importância das experiências na primeira infância, o que motiva demandas por uma educação institucional para crianças de alfabetização.
Os divulgadores do otimismo pedagógico buscavam uma democracia de transformação social por meio da escola, propondo a renovação das técnicas e a exigência da escola única, obrigatória e gratuita. Nesta luta pela educação que surgiu nos anos 20, o otimismo só conseguiu o seu apogeu nos anos 30 do século XX.
Através dos liberais surgem novos debates políticos, onde eram desejadas mudanças qualitativa e quantitativa com o objetivo de alcançar uma sociedade igualitária e sem privilégio. Os liberais desejavam mudanças, mas os católicos integralistas desaprovavam alterações modernizantes e democrática nas escolas pública.
Ao combater a escola elitista e acadêmica tradicional, que se acha sobre o monopólio da igreja, e ao defender a laicidade e a co-educação, os escolanovistas acirram os ânimos e a reação dos católicos conservadores, para os quais apenas a educação baseada em princípios cristãos seria verdadeira.
Em 1932 foi publicado um Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, encabeçado por Fernando de Azevedo e assinado por vinte e seis educadores. O documento defende a educação obrigatória pública, gratuita e leiga como um dever do Estado a ser implantado em programa de âmbito nacional, critica o sistema dual, que destina uma escola para o rico e outra para os pobres, reivindicando a escola básica única.
Esse manifesto é muito importante na história da pedagogia brasileira, porque representa a tomada de consciência da defasagem entre a educação e as exigências do desenvolvimento. Apesar dos assuntos sobre educação merecerem uma atenção incomparavelmente maior sobre tudo, com os debates instigados pela escolanovista, nem todas as reformas se concretizam, persiste o dualismo escolar e o descuido com o ensino fundamental.
Com o golpe de 1964, que optou pelo aproveitamento do capital estrangeiro e liquida de vez o nacional desenvolvimento, vem o incentivo a profissionalização da escola media a fim de conter as aspirações do ensino superior.
Com a lei 5.692, de 11 de agosto de 1961 que ampliou a escolaridade mínima para oito anos, torna profissionalizante e obrigatório o ensino de segundo grau. A evolução quantitativa do primeiro grau – 100% na primeira fase do primeiro grau e 700% nas suas últimas series em apenas 10 anos. Não foi acompanhada de melhoria qualitativa a expansão da oferta de vagas nos diversos níveis de ensino, teve como conseqüência o comprometimento da qualidade dos serviços prestados em razão da crescente degradação das condições de exercício do magistério e da desvalorização do professor.
Referente à ditadura militar Azevedo comenta que a expansão das oportunidades nos 20 anos, foi feita através de um padrão perverso (1994, p. 461). Com a redução da jornada escolar deu-se ampliação das vagas, aumento de turno, multiplicação de classes mutisseriadas e unidocente pelo achatamento de salários dos professores, as condições precárias de oferecimento de ensino, levaram a baixa qualidade do processo com alto índice de reprovação. A escolaridade básica e a qualidade do ensino são necessárias.
A Lei de Diretrizes de Base põe ordem no mundo da educação nacional (LDB), sancionada em 20 de dezembro de 1996 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso com o número 9694 amplia a todos os níveis do sistema educacional. Contém disposições gerais, tendo prazo de 10 anos para algumas de suas disposições entrarem em vigor, há artigos que dependem de regulamentação.
A LDB deverá influir profundamente na educação brasileira sendo assim definidos os níveis de ensino: educação básica, educação infantil, ensino fundamental e o ensino médio e a educação superior, as responsabilidades dos diferentes níveis administrativos, União, Estados, Distrito Federal, Municipal, escola, professores caracterizam a educação profissional que deve integra-se as diferentes formas de educação inclusive a escola, especifica a educação de jovens e adultos e a educação especial; disciplina o uso dos recursos financeiros para educação.
Deixa-se claro a posição do município no contexto educacional, é agora parceiro da União e dos Estados no planejamento e execução de propostas capazes de garantir padrões de qualidade desejável na educação escolar.
Cabe destacar que o texto legal coloca o município na responsabilidade de desempenhar diferentes e fundamentais papeis no cenário da educação nacional.
Compete ao município através de suas estruturas próprias entre outras, integrar todos os estabelecimentos de ensino fundamental de seu território ao sistema nacional de avaliação e rendimento escolar, buscando verificar a qualidade de ensino oferecido, seus problemas e a validade das programações desenvolvidas.
O município devera ser co-responsável pela qualidade da educação escolar que o Poder Público coloca a disposição das comunidades.
Segundo a lei 9.394/96 são apontados como princípios a garantia do padrão de qualidade; padrões mínimos de qualidade de ensino definidos como a variedade e quantidade mínimas, por alunos de insumos indispensáveis do desenvolvimento do processo de ensino aprendizagem e o progresso quantitativo dos serviços de ensino verificados no biênio anterior.
A educação obteve grande s avanços ao longo da história educacional, mas não para por aqui, é preciso cobrar, investir e fazer acontecer à lei da LDB na prática e na integra, rumo a uma educação de sucesso, não basta só falar de qualidade é preciso refletir, mas na quantidade de alunos por turmas, pois está grande quantidade dificulta o acompanhamento individual, através da atenção e intervenções necessárias em cada caso especifico da criança.
Todos juntos somos forte, somos flechas, somos arco. Todos nós no mesmo barco não há nada a temer (C. Buarque, Enriquez, Bardotti). É com esse sentimento que acreditamos que juntos podemos muito, mas é muito mesmo, pois, a grande transformação educacional e social que desejamos depende não somente de grandes projetos como também do trabalho dedicado de cada um.
Bibliografia
RANAHA, Maria Lucia de A. história da educação. 2 ed. São Paulo: Moderna 1996
Nova Escola – maio 1997
Revista criança – setembro de 2005
Referencial curricular nacional para educação infantil vol. 1
LIBANEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização.








